Notícias

Cias de São Paulo, Curitiba e bailarino cubano são os destaques de hoje no Dança Ribeirão

Dança é atração na rodoviária de Ribeirão

Dança Ribeirão realiza capacitação profissional

Dança Ribeirão reúne corpo de jurados de alto nível

Dança Ribeirão inova pelo caráter social

Ribeirão Preto sediará o maior evento de dança do interior

Estudantes da periferia de Ribeirão assistem a espetáculo de dança

Companhias de Dança inovam e trazem variedades ao Dança Ribeirão

Dança Ribeirão 2004 tem site especial

Palcos Livres dão força ao Dança Ribeirão 2004

Dança Ribeirão 2004 traz diversas companhias convidadas

Oficina promete sucesso no Dança Ribeirão 2004

Festival Dança Ribeirão traz convidados de vários Estados brasileiros

Festival Competitivo do Dança Ribeirão já tem grupos de dança selecionados

Dançarinos que vão competir no Dança Ribeirão são selecionados no fim de semana

Inscrições para seletiva do Dança Ribeirão terminam na sexta-feira

TV Cultura apresenta documentário sobre o Festival Dança Ribeirão

Site do festival Dança Ribeirão 2004 já está disponível na Internet

 

 

 

 

 

 

Durante o dia, as apresentações nos palcos livres, a mesa temática sobre dança do ventre e o curso de balé clássico para homens movimentam o Festival

A programação desta 4ª feira do 7ª Dança Ribeirão leva para o palco do Teatro Municipal 54 coreografias — todas da modalidade clássico de repertório — que serão apresentadas por grupos vindos de 15 cidades dos Estados de São Paulo, Paraná e Goiás, dentro da terceira noite da mostra competitiva do Festival. Na abertura, às 19 horas, apresentam-se, como convidadas, a Cia Suíte de Dança, de São Paulo, e a Cia Masculina de Dança do Teatro Guairá, de Curitiba.

"A Escrava e o Mercador" é nome da coreografia que será apresentada pela Cia Suíte de Dança, que terá como solistas os bailarinos Jurandir Gouveia e Flávia Garcia. Formado há um ano, o grupo tem 11 bailarinos, sendo que parte do elenco está fixado em São Paulo e outra parte em São Carlos. "Ainda não foi possível definir uma sede entre as duas cidades. Como temos no elenco pessoas dos dois lugares, e também de Londrina, optamos por manter ensaios nas duas localidades", explica Itamar Matos, diretor da Companhia, que faz sua estréia no Dança Ribeirão. De acordo com Matos, a divulgação em massa da dança é o principal mérito do evento. "O espaço que a mídia concede à dança ainda é muito restrito e esses festivais funcionam como uma alternativa muito bem–vinda porque oferece aos bailarinos e coreógrafos a oportunidade de mostrar seu trabalho. Além disso, o evento contribui para a formação de um público para a dança que vá além dos familiares dos bailarinos", afirma o diretor.

Uma das peculiaridades da Cia Suíte de Dança é o fato de o grupo ter mais homens que mulheres (seis contra cinco). "Ainda que de maneira lenta, o preconceito brasileiro em relação aos homens na dança tem dado sinais de retração. E o principal reflexo disso é o aumento do interesse dos meninos pelas aulas", atesta. Inclusive, a presença masculina no palco tem sido um dos destaques do Dança Ribeirão 2004. Além da Suíte, outras duas companhias — essas formadas somente por homens — imprimiram um importante diferencial ao festival. Uma delas, a Cia Masculina de Dança do Teatro Guairá, de Curitiba, também se apresenta na abertura da noite de hoje. O grupo mostrará a peça "O Pequeno Teatro do Mundo", inspirado nos catadores de papel de Curitiba. Misturando dança com teatro, o espetáculo fala das pessoas que vivem e sobrevivem do lixo.

De acordo com o bailarino e coreógrafo Jair Moraes, assistente de direção do teatro Guairá e responsável pela Cia Masculina, a idéia de fazer um grupo de dança somente com homens surgiu há nove meses e já tem um elenco com 33 rapazes. Para Ribeirão vieram 20 adolescentes, com idade entre 12 e 20 anos, sendo que dez deles começaram a dançar em março deste ano. "É maravilhoso ver o potencial desses meninos se desenvolvendo e como eles têm disposição para se superar", entusiasma-se Moraes, referindo-se ao exaustivo cronograma de ensaios (das 18h às 22h30, de 2ª a 6ª feira, e horários alternados aos sábados e domingos). Segundo Moraes, que participa do Dança Ribeirão desde a segunda edição, o intercâmbio entre os profissionais e o estímulo aos alunos são os grandes benefícios proporcionados pelo evento. "É nítida a evolução das academias de dança de Ribeirão Preto, tanto em qualidade como no aumento do interesse dos bailarinos por modalidades diferentes", assegura.

Logo após as apresentações da Cia Suíte de Dança e da Cia Masculina de Dança do Teatro Guairá acontece a mostra competitiva. No encerramento, o bailarino cubano Raydel Cáceres apresenta a coreografia "Corsário". Os ingressos custam R$ 5,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Municipal (Alto do São Bento, s/nº - Jardim Mosteiro).

Só para homens

Durante o dia, o destaque das atividades do Dança Ribeirão 2004 é o workshop de balé clássico somente para homens, que será ministrado por Jair Moraes no Teatro de Arena, das 10h30 às 12 horas. No mesmo local acontecem cursos de clássico de repertório, com a bailarina Aracy de Almeida; jazz intermediário, com o bailarino Henrique Carvalho; e clássico avançado, com a professora Toshie Kobayashi. O programa tem ainda três palcos livres: um na Unaerp (9h às 9h30), outro na Refrescos Ipiranga (11h30 às 12h10) e outro na rodoviária (12h30 às 13h30). Às 15h30, a mesa temática realizada na Casa da Cultura discute o tema "Os Novos Caminhos para a Dança do Ventre".

 

 

 

 

 

 

Durante os próximos dias, quem passar pelo terminal rodoviário de Ribeirão Preto terá uma surpresa: ao som de músicas variadas notará a presença de jovens dançando

Vestidos de bailarinos,    espanholas e tantos outros figurinos, grandes talentos do País, inclusive de Ribeirão Preto, se apresentam durante toda a semana no Palco Livre do Dança Ribeirão, localizado no Terminal Rodoviário de Ribeirão Preto. As apresentações acontecem todos os dias, da 12h30 às 13h30, até o dia 13 de junho - data de encerramento do Dança Ribeirão.

A abertura na Rodoviária aconteceu nesta segunda-feira e reuniu cerca de 200 pessoas que transitavam pelo local. O aposentado Antônio Geraldo de Carvalho ficou admirado com a novidade. Ele disse que a idéia foi muito boa. "Nunca tinha visto uma apresentação com tantas bailarinas. Podia ter sempre isso aqui", acrescenta.

Nesta segunda-feira, foram apresentadas por cerca de 50 bailarinos de Ribeirão Preto, Ouro Preto (MG), Petrópolis (RJ) e Rio Branco (AC) 15 coreografias de ballet clássico, sapateado, jazz, flamenco e dança de rua, totalizando mais de uma hora de dança. No final, foi oferecido a todos os presentes uma oficina flamenca. "Essa interatividade é um dos diferenciais do Dança Ribeirão neste ano. Oferecer à população em geral um espetáculo de dança e ainda colocá-los em contato com os profissionais, ensinando um pouquinho de cada modalidade, é um dos nossos objetivos que é levar a dança a todas as camadas sociais", diz Meire Teixeira, coordenadora do Dança Ribeirão. "Os palcos livres são espaços de difusão para a população de Ribeirão", acrescenta Teixeira.

Outros palcos livres acontecem na cidade durante o festival. Na Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto) as apresentações vão até a amanhã (09/06), sempre das 9 às 9h30. Nesta terça-feira (08/09) foi montado um palco na Escola Mont Serrat, das 15h30 às 16 horas. No dia 09 de junho acontece também um palco livre em frente a fábrica de refrigerantes Refrescos Ipiranga, no bairro Ipiranga, das 11h30 às 12h10.

Dança Ribeirão 2004 –

Até o dia 13 de junho, Ribeirão Preto recebe milhares de bailarinos do País inteiro para o 7º Festival Dança Ribeirão 2004. O evento transforma a cidade em capital da dança e reúne os principais estilos, formas e tendências de várias modalidades, o que leva ao público local o melhor da expressão artística nacional. A programação conta com mostra de dança, festival de caráter competitivo, palcos livres, cursos, oficinas e neste ano têm como novidade a criação de mesas temáticas, oficinas gratuitas e a I Batalha dos B.Boys – um espaço aberto para as várias linguagens da cultura hip hop. A Batalha acontece neste domingo, no Sesc Ribeirão. O festival é realizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Cultura em parceria com a APED (Associação dos Profissionais e Escolas de Ribeirão Preto) e visa valorizar e incentivar a dança por meio de intercâmbio cultural entre bailarinos das modalidades: Ballet Clássico, Ballet Clássico de Repertório, Danças a Caráter, Contemporâneo, Estilo Livre, Jazz, Sapateado, Danças Populares e a Dança de Rua.

Fotos - Crédito: Reginaldo Azevedo
Legenda: Bailarinos se apresentam no Terminal Rodoviário de Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

Companhias de Dança inovam e trazem variedades ao Dança Ribeirão
Profissionais de renome garantem ao Dança Ribeirão 2004 um espetáculo de grande valor cultural. As apresentações serão no Teatro Municipal

A Mostra de Dança (não competitiva), que acontece de 4 a 6 de junho no Teatro Municipal, promete arrancar aplausos da platéia. A mostra é aberta ao público.

Companhias participantes:

Elydio Antonelli e Marisol Gallo
De Ribeirão Preto para o mundo, a dupla dança e encanta a todos por onde passa. O encontro de ambos aconteceu há muito tempo, ainda na ginástica olímpica, mas a modalidade esportiva perdeu espaço para a arte quando os dois começaram a se entrosar com as sapatilhas. Os prêmios são inúmeros: Marisol já foi destaque como bailarina Sênior em 1996 em um festival em Cuba, no ano seguinte a participação e o destaque no maior e melhor concurso de balé do mundo, o "8th International Ballet Competition", na cidade de Varna-Bulgária. Em 1998, repetiram a dose e saíram com o título de "Melhor Dueto", no International Ballet Competition Maya, em St. Pertersburg, na Rússia, organizado pela bailarina Maya Pliésetskaya. Em 1999, Elydio arrematou um prêmio de destaque na Argentina por um balé masculino individual, destaque também garantido para o balé "Carmem" interpretado pela dupla que foi o grande vencedor do Passo de Arte 2001 - fase Nacional e do Grand Latino Americano.

Suíte Cia de Dança
Os profissionais Jurandir Rodrigues e Flávia Garcia representam a companhia. Jurandir fez parte do Ballet Stagium e foi graduado na Escola da Cia pelo método Vaganova; atuou por três anos na Cia onde teve a oportunidade de dançar o repertório da mesma em quase todos os teatros do Brasil. Acumulou diversas medalhas de ouro, prata e bronze e prêmios de melhor bailarino, melhor partner e destaque nos melhores eventos nacionais e internacionais. Atualmente dança como convidado por todo território nacional. Flávia é formada pela Escola de Dança Passaro de Fogo em São Paulo; especializou-se em danças clássicas na Escola Nacional de Ballet Havana Cuba. A Suíte Cia de Dança que é formada por bailarinos brasileiros e estrangeiros de alto nível técnico, premiados em diversos festivais de dança nacionais e internacionais como Festival de Joinville, Jackson (EUA), Mercosul (Argentina), Cuba, Seminário Internacional de Brasília, entre tantos outros.

No mês de julho, estarão representando o Brasil no mais tradicional concurso de dança do mundo em Varna (Bulgária).

Confraria da Dança
Diane Ichimaru integra juntamente com Marcelo Rodrigues a companhia "Confraria da Dança", de Campinas, projeto inaugurado em abril de 1996, onde organizam oficinas, workshops, produzem espetáculos e desenvolvem as próprias pesquisas e criações artísticas. Diane é criadora e intérprete do espetáculo solo de dança "Território Interno", dirigido por João das Neves e com trilha sonora de Renato Andrade. O espetáculo foi premiado pela EnCena Brasil 2001 / Funarte-Minc que será apresentado no Dança Ribeirão 2004. Diane iniciou sua carreira profissional em dança em 1983. É bailarina, coreógrafa, artista plástica, arte-educadora e produtora artística. Sua formação em dança inclui as modalidades clássica, dança moderna, dança contemporânea e danças brasileiras. É graduada em dança pelo departamento de Artes Corporais do Instituto de Artes da UNICAMP (1987/91). Dentro do programa de graduação, além das técnicas já citadas, adquiriu conhecimentos nas áreas de consciência corporal, improvisação teatral, mímica, técnica vocal, anatomia e cinesiologia, entre outras.

Jair Moraes
Bailarino e coreógrafo iniciou seus estudos na escola municipal do Rio de Janeiro, onde integrou a companhia oficial. Trabalhou com Tatiana Leskova, Eugênia Feodorova e Carlos Trincheira. Foi solista de várias companhias do País. Fez parte do Ballet Gulbenkian em Lisboa. Foi representante do Brasil no concurso internacional de Osaka no Japão. Como coreógrafo, criou vários trabalhos no Brasil e no exterior como "Imagens", "Panambi", "Senven Haikai"- Ballet Gulbenkian-Portugal, entre outros.

Distrito Cia. da Dança
Patty Brown é diretora artística, coreógrafa e uma das criadoras do Distrito Cia. da Dança, de Ribeirão Preto. Patty Brown possui formação em cursos de dança moderna e jazz com Betsy Haug, René Gumiel, Penha de Souza, Antônio Carlos Cardoso, Yoshi Morimoto. Fez aulas de Ballet Clássico com Pereyaslavel, Patrícia Wilde, Marika Gidali, Yellê Bitencourt, Ismael Guiser, maestro Ricardo Ordoñez, e Tatiana Leskova. Nos Estados Unidos freqüentou a School of American Ballet Theater. Foi bailarina contratada durante seis anos pelo Balé da Cidade de São Paulo. Participou como bailarina convidada e solista de espetáculos do Ballet Stagium.

Trata-se de uma companhia de dança que beneficia crianças, adolescentes e adultos de uma classe menos favorecida. Desde 1999 a Cia. trabalha em parceria com a ICASU – Instituição Cristã de Assistência Social de Uberlândia, através de Programa de Apoio Sócio Educativo em Meio Aberto, que atende crianças e adolescentes com vivência de rua.

O bailarino Fernando Narducchi atua na área da Dança de Rua desde 1986, da qual é também responsável pela preparação técnica dos bailarinos e organizador de diversos Festivais de Dança de Rua de Uberlândia. A Cia de Dança Balé de Rua participou da Décima Bienal de Lion, na França em setembro 2002, sendo o único grupo brasileiro a participar do festival ao lado de grupos da Bélgica, França, Holanda, Índia e Japão. A Cia. começou a dança de rua quando era apenas uma manifestação de bairro de periferia. Pintores, pedreiros, cozinheiros, padeiros e manicures compõem o Balé de Rua, que deixaram a profissão para se dedicarem apenas a dança.

Raydel Cáceres
Iniciou sua carreira artística com oito anos de idade no ano de 1991 como aluno de Mabel Carrillo na Escola Profissional de Artes Raul Sanchez em Pinar Del Río – Cuba formado por esta instituição concluiu o nível elementar de Ballet clássico e a secundaria básico sendo um dos melhores alunos desta escola formando-se no ano de 1995, seguindo seus estudos inicia o nível médio profissional passando para Escola Nacional de Ballet (E.N. A) na cidade de Habana Cuba com direção de Marta Ulloa e Ramona de Saá, onde estuda com os maiores maestros em dança clássica deste país até o ano de 1997. Seu trabalho profissional e artístico se desenvolveu a partir do ano de 1997 no Centro de Promoción de La Danza de Cuba dirigido pela Grand Maitre Laura Alonso. No ano de 2000 é convidado a ir ao Brasil para ministrar cursos e dançar em grandes centros de dança clássica, onde também fez parte da Cia Jovem do Rio de Janeiro a convite de Dino Carrera. Atualmente é bailarino free lance e tem como preparador o professor de dança e técnico Thadeu de Carvalho, participa de grandes evento pelo Brasil, entre eles o Dança Ribeirão 2004.

Cia. Sociedade Masculina
A companhia de dança é composta por cinco bailarinos. A direção de Evelyn Baruque e Liliane Benevento. A coordenação artística é de Anselmo Zolla e conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados que vão do ballet clássico ao contemporâneo. A sede da companhia está em São Paulo, no Studio 3 – Espaço de Dança. O elenco é composto pelos bailarinos Anderson Ribeiro, Jorge Fernandes, Jurandir Rodrigues, Luciano Martins e Sérgio Galdino.

Ballet Sopro
Com coreografias e direção do bailarino Roberto Amorim, o Ballet Sopro de São Paulo faz apresentações contemporâneas. Roberto Amorim iniciou seus estudos de ballet clássico na Escola Municipal de Bailados, em São Paulo, tendo como maitres Kátia Dias, Mariana Natal e outros. Como bailarino clássico participou de grandes obras como: "O Passaro Azul", "O Corsário", "La Bayadere", "Pássaro de Fogo", entre outros. Iniciou sua carreira no jazz, no entanto foi encaminhado ao balé contemporâneo, ganhando várias premiações em festivais, entre elas a de "Melhor Coreógrafo de 1997. Atuou como bailarino e coreógrafo no Ballet de Hamburgo, na Alemanha, Taipei Arts Festival, Taiwan-China, entre outros.

Grupo Oficial Dança de Rua de Ribeirão Preto
A direção e a coreogafia é do bailarino Alexandre Miranda de Oliveira (Snoop). Ex-integrante do Grupo de Dança de Rua do Brasil (melhor grupo de dança da América Latina), Snoop atua também como professor nas instituições Febem, Apae, Cegos e Portadores da Sindrome de Down em Jaboticabal. O Grupo Dança de Rua de Ribeirão Preto desenvolve um trabalho que prega a paz e a união em suas coreografias. Em 2001, o grupo realizou seu primeiro Festival de Dança de Rua na cidade, apresentando um grande sucesso. Com uma equipe de cerca de 40 bailarinos, o Grupo já se apresentou em vários programas de TV.

Companhia de Danças de Diadema
A companhia foi fundada por Ivonice Satie em 1995 e mantém atividades artísticas e sociais por todo País. Desenvolve um programa social que leva o ensinamento da dança à comunidade do município. A expansão artística desta companhia no cenário brasileiro vem alcançando a cada ano mais destaque. Desde de março de 2003 está sob a direção de Ana Bottosso. Em dezembro de 2001, foi fundada a APBD - Associação Projeto Brasileiro de Dança, que tem por finalidade fomentar a produção e divulgação artística. Em setembro de 2002 a APBD e a Companhia de Danças de Diadema, firmaram um convênio com a Prefeitura do Município de Diadema (SP) que garante a realização de pesquisas coreográficas, ensaios e montagens de espetáculos, além dos trabalhos de arte-educação desenvolvidos pela companhia em dez centros culturais da cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Estudantes da periferia de Ribeirão assistem a espetáculo de dança
Jovens, adultos e idosos do Mova assistiram à pré-estréia do Dança Ribeirão, nesta quinta-feira no Teatro Municipal

Alunos do Mova - Movimento de Alfabetização para Jovens e Adultos, criado pela Secretaria de Educação de Ribeirão Preto há cerca de dois anos – assistiram à pré-estréia do Dança Ribeirão 2004, nesta quinta-feira, às 20h. O Mova atende aproximadamente 500 alunos na faixa etária dos 15 aos 70 anos - na maioria, adultos, moradores da periferia da cidade. O atendimento escolar é feito através de núcleos montados em igrejas e escolas espalhadas por bairros como Jardim Progresso, Marinceck, Branca Sales, Ribeirão Verde, entre outros. O programa visa ajudar os que nunca tiveram uma oportunidade em freqüentar uma escola.

É o caso da dona-de-casa Benedita Ezídia dos Santos, de 68 anos. Aluna do Mova há um ano, já consegue ler, escrever e fazer contas. Para ela, assistir a um espetáculo de dança foi uma oportunidade única e encantadora. "Nunca tinha pisado em um teatro. Não poderia perder essa oportunidade. Estou maravilhada. Todos os bailarinos são muito bons", acrescenta.

"Foi fantástica essa oportunidade, pois pela primeira vez muitos estão tendo acesso à cultura", afirmou Ana Maria Barbosa Luchesi, assessora da Secretaria de Educação.

As apresentações na pré-estréia do Dança Ribeirão desta quinta-feira reuniram cerca de 150 bailarinos de grupos e escolas de dança de Ribeirão Preto, totalizando 20 coreografias. Em mais de duas horas de espetáculos, o público presente pode assistir a apresentações de ballet clássico, contemporâneo e moderno, jazz, sapateado, street, dança de rua e dança de salão.

A pré-estréia fez parte de uma parceria entre a Secretaria da Cultura de Ribeirão Preto, a APED - Associação dos Profissionais e Escolas de Dança de Ribeirão Preto (idealizadores do Dança Ribeirão) e a Secretaria da Educação, que ficou responsável pelo encaminhamento dos cerca dos 500 estudantes da rede municipal de ensino, presentes no evento. A pré-estréia veio ao encontro dos objetivos do Dança Ribeirão que é difundir a dança ao público estudantil que não têm acesso a eventos de arte e cultura.

Dança Ribeirão 2004 – o evento acontece no Parque da Cultura Antônio Palocci, complexo que engloba o Teatro Municipal, Teatro de Arena e Casa da Cultura, além dos espaços fixos dos palcos livres que acontecerão na Rodoviária, Unaerp, EMEFEM Dom Luís do Amaral Mousinho, Refrescos Ipiranga e Esplanada do Teatro Municipal. O festival vai até o dia 13 de junho e reunirá cerca de 2.500 bailarinos de todo o País. Até hoje estão inscritos cerca de 136 escolas, 230 grupos e 355 coreografias, o que possibilitará cerca de 200 horas de apresentações de dança. Simultaneamente ao evento, acontecem as mesas temáticas, oficinas de dança e workshops, ministrados por profissionais locais e de outros Estados brasileiros.

 

 

 

 

 

 

Ribeirão Preto sediará o maior evento de dança do interior
Maior evento de dança do interior do Estado de São Paulo acontece em Ribeirão Preto no período de 4 a 13 de junho. O evento faz parte da programação oficial de aniversário de 148 anos da cidade

Cerca de 2.500 bailarinos de todo o País estarão em Ribeirão Preto no período de 4 a 13 de junho para o 7º Festival Dança Ribeirão. O evento transformará a cidade na capital da dança. As vésperas de sua estréia, a organização do festival já registrou 2.500 bailarinos inscritos. Até hoje são cerca de 136 escolas, 230 grupos e 355 coreografias, o que possibilitará mais de 200 horas de apresentações de danças interpretadas no palco do Teatro Municipal da cidade.

Por sua abrangência e repercussão, o Dança Ribeirão já é considerado o maior festival de dança do interior do Estado de São Paulo e durante os 10 dias de realização transformará o Parque da Cultura Antônio Palocci – complexo que reúne o Teatro Municipal, Teatro de Arena e Casa da Cultura – num espaço de intensa integração entre bailarinos, amantes da dança e população em geral.

O festival reunirá os principais estilos, formas e tendências da dança. A programação contará com mostra de dança, festival de caráter competitivo, palcos livres, cursos, oficinas e neste ano têm como novidade a criação de mesas temáticas, oficinas gratuitas e a I Batalha dos B.Boys – um espaço aberto para as várias linguagens da cultura hip hop. A Batalha se constituirá num novo festival dentro do Dança Ribeirão e fará a inclusão do break como um estilo de dança genuíno com direito a dois dias de atividades realizadas no SESC Ribeirão. Nesta modalidade, o festival oferecerá oficinas de break, discotecagem, grafite e batalha como encerramento.

Realizado pela Secretaria Municipal da Cultura em parceria com a APED (Associação dos Profissionais e Escolas de Ribeirão Preto), o Dança Ribeirão visa valorizar e incentivar a dança por meio de intercâmbio cultural entre bailarinos das modalidades: Ballet Clássico, Ballet Clássico de Repertório, Danças a Caráter, Contemporâneo, Estilo Livre, Jazz, Sapateado, Danças Populares e a Dança de Rua.

Serão cerca de 360 metros quadrados de palco que mostrarão o valor da dança de dez Estados brasileiros: São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro, Acre e Goiás e ainda do Uruguai. Essa efervescência cultural fará uma mistura de tendências, técnicas e características regionalizadas, o que dará um tempero especial às mostras e contribuirá para a seletiva de talentos competitivos.

O festival está preparado para receber esse público diversificado. A montagem teve um investimento aproximado de 60 mil, além das parcerias firmadas com o Sesc Ribeirão, Socican, Unaerp, entre outras. O Dança Ribeirão incrementou este ano na infra-estrutura de acomodação, no serviço de transportes, nos palcos livres que permitirão maior acesso da população às mostras de danças, cursos, oficinas. Outro atrativo para o público é o espaço Bazar da Dança – um complexo com lojas com as principais novidades e acessórios de dança. Neste espaço, circularão visitantes, participantes e comunidade em geral, o que permitirá um contato com técnicos, entre outros profissionais durante todo o evento.

 

 

 

 

 

 

Dança Ribeirão inova pelo caráter social
Neste ano o festival abrirá espaços para manifestações sociais e fará apresentações em espaços alternativos. Debates e oficinas gratuitas também são destaques da programação

Ribeirão Preto receberá milhares de bailarinos no período de 4 a 13 de junho para o 7º Festival Dança Ribeirão 2004. O evento transformará a cidade em capital da dança e reunirá os principais estilos, formas e tendências desta modalidade, o que levará ao público local o melhor da expressão artística nacional e algumas atrações internacionais. A programação contará com mostra de dança, festival de caráter competitivo, palcos livres, cursos, oficinas e neste ano têm como novidade a criação de mesas temáticas, oficinas gratuitas e a I Batalha dos B.Boys – um espaço aberto para as várias linguagens da cultura hip hop.

O festival é realizado pela Secretaria Municipal da Cultura em parceria com a APED (Associação dos Profissionais e Escolas de Ribeirão Preto) e visa valorizar e incentivar a dança por meio de intercâmbio cultural entre bailarinos das modalidades: Ballet Clássico, Ballet Clássico de Repertório, Danças a Caráter, Contemporâneo, Estilo Livre, Jazz, Sapateado, Danças Populares e a Dança de Rua.

O principal diferencial do festival neste ano é o seu cunho social. Exemplo desta preocupação é a apresentação da mostra coreográfica com um grupo de dança recém formado por dançarinos carentes da periferia de Ribeirão Preto. São 30 alunos que participam de uma montagem especialmente preparada por profissionais da renomada Cia de Dança Balé de Rua – da cidade de Uberlândia. O grupo reapresentará a coreografia na Mostra de Dança no dia 06 de junho e ainda fará diversas apresentações na cidade e na região. A apresentação da Cia de Dança Balé de Rua é patrocinada pelo Sesc Ribeirão.

Outra proposta da organização do evento é levar a dança para espaços abertos, permitir novas linguagens, visando também o contato com um público que praticamente não tem acesso às manifestações de cultura e arte. A idéia é difundir e democratizar a dança para população de Ribeirão Preto. Além disso, profissionais renomados da cidade ministrarão cursos voluntariamente a todos os interessados em aprender um pouco mais sobre a dança – suas origens, técnicas e curiosidades. Os cursos, abertos a população, são gratuitos.

A inclusão do break como um estilo de dança genuíno dá ao festival um novo segmento com direito a dois dias de atividade, envolvendo oficinas de break, discotecagem, grafite e a grande Batalha dos B. Boys. O Dança Ribeirão acontecerá no Parque Cultura Antônio Palocci, que reúne Teatro Municipal, Teatro de Arena e Casa da Cultura, além dos espaços fixos dos palcos livres que acontecerão na Rodoviária, Unaerp, EMEFEM Dom Luís do Amaral Mousinho, Refrescos Ipiranga e Esplanada do Teatro Municipal.

Batalha dos B. Boys

O espaço aberto "Batalha dos B. Boys" acontece no dia 13 de junho, último dia do evento, na quadra de esportes do SESC Ribeirão Preto (rua Tibiriçá, 51). Trata-se de performances e combates dos B. Boys (grupos de Breakdance) que visa promover a integração e desenvolvimento das crews (eqiupes) da comunidade Hip Hop.

Para o evento, já estão confirmadas a presença dos melhores B. Boy’s e crews de todo o Brasil. São bailarinos de São Paulo, Campinas, Santos, Franca, Goiânia, São Carlos, Fernandópolis, Limeira, Lins, Bebedouro, Uberlândia, Rio Claro, Marília, Araraquara, São José do Rio Preto, Brasília e Diadema.

O nome "Batalha" é só uma expressão para o confronto entre as equipes. O espaço apresentará a performance das equipes de B.Boy's através de suas coreografias acrobáticas e estilizadas. Além das batalhas, acontecerão oficinas de Break e Grafite, no mesmo local antes das apresentações dos B.Boys.

 

 

 

 

 

 

 

 

Dança Ribeirão reúne corpo de jurados de alto nível
Profissionais de destaque no cenário da dança compõem o corpo de jurados do Dança Ribeirão 2004

A avaliação para a seletiva da parte competitiva levará em conta tanto as coreografias como também atenderá individualmente cada grupo que se apresentará na Mostra de Dança.

Regina Sauer
Bailarina e coreógrafa, professora de dança morderna e jazz. Em 1999 coreografou a Comissão de Frente do Salgueiro. Em 2002 montou duas alas da campeã Mangueira. Recentemente montou o corpo de bailarinos no Especial de Fim de Ano do Sítio do Picapau Amarelo e foi coreógrafa do seriado "Sandy & Junior". Participou do Dança Rio Workshop em 1999 no Rio de Janeiro, onde ministrou aulas de Modern Jazz, Dança Moderna e Jazz. Regina Sauer iniciou sua carreira como bailarina profissional já aos 18 anos, estudou e trabalhou com grandes nomes da dança nacional e mundial. Viveu nos Estados Unidos (NY), onde se especializou em Dança Moderna e Jazz nas escolas: Alvin Ailey Americam Dance Teathe e Martha Graham Dance School. De volta ao Brasil, fundou a Companhias Nós da Dança há 20 anos e criou 15 obras completas além de tantas outras montagens. Entre os Festivais de Dança dos quais já desenvolveu o seu trabalho estão:
• Festival de Dança do Triângulo Mineiro – Uberlândia/MG
• Festival Dança Ribeirão - Ribeirão Preto/SP
• Condança - Porto Alegre/RS
• Festival de Joinville - Joinville/SC

Toshie Kobayashi
Diretora e Professora da Escola de Ballet Toshie Kobayashi, com sede em São Caetano do Sul (SP); é membro da Royal Academy of Dancing de Londres; assessora Artística da Fundação das Artes de São Caetano do Sul; Presta consultoria à diversas Escolas e Companhias do País; recebeu medalha da UNESCO como personalidade da dança no Brasil.

É mestra de respeitados profissionais da dança que hoje atua em grandes companhias nacionais e internacionais. Ministra cursos e faz parte do corpo de jurados dos grandes Festivais de Dança do País, entre eles o Festival Dança Ribeirão/SP.

João Andreazzi
Formou-se na SNDD (School for New Dance and Development – Amsterdam). Criou a Cia. Corpos Nômades e atualmente integra a Cooperativa Paulista de Teatro. Participou de vários festivais internacionais como o American Dance Festival EUA; It´s Festival Holanda; Festival Internacional de Berlim/Alemanha. Participou de vários festivais e eventos nacionais como "Dês-construir a Cena" - SESC Ribeirão Preto/SP; "O masculino na Dança" - Centro Cultural São Paulo; Festival Dança Ribeirão-Ribeirão Preto /SP. Além de promover várias oficinas culturais é professor de diversos SESC’s do Estado de São Paulo, além da Unicamp.

Aracy de Almeida
Formada pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo. Atualmente é delegada regional do Conselho Brasileiro de Dança (CBDD) do Estado de São Paulo – órgão este vinculado a Unesco - Paris /França.

Fundadora do Especial Cia. de Danças Clássicas de São Paulo, sendo uma das únicas do Brasil nos últimos 30 anos. Participou de vários festivais internacionais e nacionais como o Festival Dança Ribeirão de Ribeirão Preto /SP.

Bia Mattar
Formada pela Escola de Ballet Evelyn, em São Bernardo do Campo-SP, Bia Mattar freqüentou diversos cursos de aperfeiçoamento no Brasil e no exterior. Entre eles, clássico, jazz, moderno e sapateado. Atuou profissionalmente em diversas montagens e produções paulistas e catarinenses. Como professora, atua em escolas de dança, projetos sociais e institucionais de fomento à arte e a criação artística nos âmbitos públicos e privados da sociedade. Atualmente é diretora e coreógrafa do Grupo Perc Pé de sapateado e do projeto Dança para Crianças em Florianópolis, onde desenvolve um processo pedagógico do ensino de danças e ritmos brasileiros acompanhado pelo ensino da percussão, definindo assim, a linguagem estética dos trabalhos coreográficos.

Fauzi Mansur
Possui 22 anos de experiência no trabalho com dança clássica e neoclássica e dez anos como professor de ballet clássico. Atua como professor de ballet clássico de companhias não-clássicas, como Deborah Colker, Carlota Portella, Lia Rodrigues e Giselle Tápias. É bailarino solista do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e do Ballet da Ópera de Zurique, na Suíça e também trabalha como professor de ballet clássico na Faculdade Angel Vianna e na UniverCidade.

Fernando Narducchi
Atua na área da Dança de Rua desde 1986, da qual é também responsável pela preparação técnica dos bailarinos e organizador de diversos Festivais de Dança de Rua de Uberlândia. A Cia de Dança Balé de Rua participou da Décima Bienal de Lion, na França em setembro 2002, sendo o único grupo brasileiro a participar do festival ao lado de grupos da Bélgica, França, Holanda, Índia e Japão.

 

 

 

 

 

 

 

 

Dança Ribeirão realiza capacitação profissional
Profissionais de destaque na dança ministram cursos para público do Dança Ribeirão. As aulas terão início na sexta-feira

Os cursos deste ano acontecerão no Teatro de Arena, em dois períodos: manhã e tarde. Serão oferecidos nas modalidades: Ballet Clássico, Clássico de Repertório, Contemporâneo, Jazz Moderno, Sapateado, Dança de Rua, Condicionamento Físico, Percussão em Movimento, Improviso como Processo Cênico, Dramaturgia do Corpo, Movimento Interior, Energia e Fluxo, Criação - Sampliamento de Movimentos, Imagens e Sons.

Os cursos serão ministrados pelos profissionais: Regina Sauer, Toshie Kobayashi, João Andreazzi, Aracy de Almeida, Bia Mattar, Fauzi Mansur, Fernando Narducchi (vide currículo corpo de jurados), além dos citados abaixo:

Sérgio Rocha
É bailarino, coreógrafo, percussionista, cantor e professor de contemporâneo, sapateado e percussão corporal em movimento. Dançou nas Cias. Vacilou Dançou (RJ), República da Dança (SP) e Cisne Negro (SP). Esteve em cartaz na Broadway, em 1992, cantando e dançando no musical "Oba Oba". Foi professor na ULM (Universidade Livre de Música), em São Paulo, durante dois anos. Além disso, é integrante do Banco de Artistas do Cirque de Soleil (Canadá) e atualmente participa de gravações musicais com artistas da música eletrônica, além de atuar, coreografar e dirigir a Cia. Repentistas do Corpo (SP), que está em cartaz com seu segundo trabalho, intitulado "Nessa onda que eu vou", baseado na bossa nova.

Henrique Carvalho
É formado pela Sociedade de Ensino Harmonia S/C Ltda. Atuou como bailarino profissional por todo o Brasil e países da América Latina, como Chile e Argentina. Especializou-se no exterior e ministrou cursos por todo o Brasil. Foi premiado em diversos festivais. Atualmente, atua como coreógrafo de cinco grupos de renome nacional dentre elas a Cia Capézio de Dança. Coreografou o espetáculo "trilhas" para o Ballet Danielle Bittencourt e o grupo Primeiro Movimento, além de ministrar cursos de Jazz para o Ballet Quebra-Nozes.

Fernandes Nascimento
Nascido em São Paulo, Fernandes iniciou sua carreira aos 17 anos. Dançou em conceituadas companhias como Quasar Cia de Dança, Linga Danse Companie (Suíça – Laussanne) e Distrito Cia de Dança. Ganhou primeiro lugar em Joenville (1996) com a coreografia de Ricardo Scheir e como coreógrafo ganhou o primeiro lugar solo contemporâneo no Dança Ribeirão 2003 com a coreografia Sonhos.

Anselmo Zolla
Anselmo Zolla já foi convidado para ocupar o cargo de curador e coreógrafo ao longo de sua carreira. Já participou de diversos festivais e espetáculos atuando como assistente de produção e coreógrafo. No momento, mantém ativo inúmeros trabalhos nas mais renomadas Cias. do Brasil. A criação de uma nova Cia. para a cidade de São Paulo representa a consolidação de um veículo artístico, carinhosamente preparado durante o ano de 2003. Com Shogun, de Ivonice Satie, estreou o primeiro trabalho. Segundo ele, dançar obras de novos e já respeitados coreógrafos, significa um projeto de trabalho maior, assim que estabelecemos essa colaboração, promovendo esse encontro com o público e aprimorando nosso gosto e nossa visão da arte da Dança.

Thadeu de Carvalho
Nascido em São Paulo, Thadeu começou sua carreira artística no ano de 1985 estudando música com o Maestro Roberto Mori Roda. Em 1989, iniciou seus estudos em Dança Clássica no interior do Estado de São Paulo e concluiu seus estudos em São Paulo, no Ballet Halina Biernacka – sede do Ballet Clássico de São Paulo estudando com professores nacionais e internacionais tento assim conhecimento da Escola Vaganova. Seu trabalho profissional, técnico e artístico recebeu principalmente professores, preparadores físicos e Grand Maitres da Escola Cubana de Ballet. Pertenceu ao Centro de Promocion de La Danza Cuba a convite de sua diretora atual a "Grand Maitre Laura Alonso. Destaca-se atualmente no Brasil como coach, preparador físico, prof de ballet clássico, coreógrafo e repetiteur, sendo convidado a realizar cursos e montagens de balés em grandes centros de dança no Brasil, como escolas, cias e workshops internacionais. Conhecedor de estilos de Ballet Clássico, Romântico, Caráter e Dramático. Como professor dirige bailarinos (as), tanto nacional como internacional. É especialista em Grand Pás de Deux e principalmente na técnica masculina. Atualmente é Coach do Bailarino Cubano Raydel Cáceres.

Roberto Amorim
Bailarino, professor e coreógrafo. Iniciou seus estudos de ballet clássico na Escola Municipal de Bailados, em São Paulo, tendo como maitres Kátia Dias, Mariana Natal e outros. Como bailarino clássico participou de grandes obras como: "O Passaro Azul", "O Corsário", "La Bayadere", "Pássaro de Fogo", entre outros. Iniciou sua carreira no jazz, no entanto foi encaminhado ao balé contemporâneo, ganhando várias premiações em festivais, entre elas a de "Melhor Coreógrafo de 1997". Atuou como bailarino e coreógrafo no Ballet de Hamburgo, na Alemanha, Taipei Arts Festival, Taiwan-China, entre outros.